
Apesar da prisão, o principal temor dos familiares é a audiência de custódia, procedimento previsto na legislação brasileira que deve ocorrer em até 24 horas após a detenção. Nessa etapa, a Justiça avalia se o suspeito continuará preso ou se poderá responder em liberdade.
“Existe um medo real de que ele seja solto e volte a colocar a vida dela em risco”, relatou a familiar à reportagem.
A vítima, por ser idosa, está em situação de maior vulnerabilidade, o que aumenta a preocupação sobre possíveis novos episódios de violência. A família também aponta que o homem não trabalha e seria usuário de drogas.
Especialistas destacam que, em casos de violência doméstica, principalmente envolvendo idosos, é fundamental a adoção de medidas que garantam a proteção da vítima e evitem a reincidência.
O caso segue sob responsabilidade das autoridades competentes.
Denúncias: Em casos de emergência, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190. Também é possível denunciar situações de violência doméstica pelo número 180.